Se você tentou renovar o seu estoque de filamentos nas últimas semanas, com certeza notou duas coisas: a falta de variedade de cores e o aumento nos preços. Não é impressão sua, nem ganância dos lojistas locais. O mercado de impressão 3D está sofrendo o impacto direto de uma nova crise na logística global.
O atraso na chegada de navios cargueiros e os gargalos nos portos internacionais criaram um efeito dominó. Faltam contêineres e o custo do frete marítimo disparou. Como a grande maioria dos insumos químicos (e os filamentos importados prontos) vem da Ásia, o atraso no reabastecimento gera escassez. E na lei da oferta e da procura, quando o produto falta e o frete fica mais caro, o preço na ponta final inevitavelmente sobe.
Para quem gerencia print farms ou trabalha com encomendas, o momento exige estratégia. A dica de ouro é o planejamento antecipado: não espere o rolo acabar para comprar o próximo. Além disso, abrir os olhos para o mercado de filamentos de fabricação nacional tem se tornado a saída mais segura para não deixar as impressoras paradas.
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